quarta-feira, 18 de outubro de 2023

Futebol de Botão 1984 a 1991

Todos que me conhecem sabem da minha paixão pelo Futebol de Mesa, dedico boa parte do meu tempo neste esporte que só me dá felicidade.

Abaixo uma breve história que dividido em dois períodos bem distintos, ambos só de boas lembranças.

FUTEBOL DE MESA / Modalidade Dadinho - Juiz de Fora 2012:

Regra que pratico como federado desde 2012, gosto muito e tenho vários amigos, comecei na mesma através de um grande amigo o Luiz Colla o Lee, esta parte é 99% do conteúdo deste blog e de minhas postagens nas redes sociais, portanto quem me conhece já sabe de tudo.

FUTEBOL DE BOTÃO - Barbacena 1984 a 1991:

Contarei aqui bem resumidamente, um pouquinho deste outro período da minha vida neste jogo.

Em 1984 comecei a jogar botão, tinha 13 anos, conheci o jogo através de meu outro grande amigo o José Antônio (Neide) de Barbacena e meu irmão Elias ambos também jogam hoje no Olympic Club a regra Dadinho.

Pois bem, foi uma época de lembranças maravilhosas, toda semana tinha torneio, algumas vezes nas casas de amigos, mas no geral lá em casa mesmo, na garagem do meu saudoso pai Geraldo o Batuta ou dentro de casa, minha querida mãe Elza não gostava muito mas nunca teve coragem de proibir, a molecada lotava os ambientes.

Jogávamos com pastilhas no leva leva, íamos adequando a regra a medida que aconteciam polemicas e confusões. Mudamos para bolinhas da Briznezzi por decisão minha após um jogo entre Elias e Neide terminar 9 x 8, uma final de torneio. Não aceitei, futebol não tem isto, eu disse para a turma e na semana posterior implantei as bolinhas mesmo a contra gosto da grande maioria. Mantive a segunda divisão com pastilha e alguns ganhavam a segundona e se recusavam a jogar a série A para não ter que sofrer com as imprevisíveis bolinhas.

Eu era o Presidente, secretário, artezão e modéstia a parte o melhor jogador. Tinha torneios curtos mas também campeonatos que pareciam nunca terminar o dia e noite eram grandes. 

O campeão ganhava medalhas de papel na maioria, as vezes cobrávamos centavos de cada um e tinha troféu de verdade, alguns não pagavam: "Pagar para o Hélio ganhar?" eram as reclamações. Mas o melhor troféu para o Campeão era poder ficar com a Tabela, feita com capricho no lápis de cor ou canetas coloridas e as vezes recortes de revista Placar coladas.

Guardei tudo com carinho e tenho tudo em perfeito estado até hoje:

  • Meu campo, um Xalingão;
  • Botões de vários times, com modelos da Guliver, Brianezzi, galalites e vários que eu mesmo fazia cortando na faca quente e lixando com material de pedreiro do meu pai;
  • Tabelas coloridas no lápis de cor, todas as que fui Campeão, são mais de 100;
  • Ranking que eu atualizava na época;
  • Revistas que eu escrevia a noite sobre os torneios, botões e outras imaginações, e na última página o "Artigo do Elias" algumas linhas que eu implorava meu irmão para escrever.

Permita o meu amigo Luiz Antônio colocar o título dele aqui: "Meus queridos botões"

Como citei acima, lembranças maravilhosas que hoje achei guardado num cantinho da minha Arena Pereira. - ABAIXO FOTOS:











Hélio G Pereira



 

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